| DGPC exige “estudo científico das ruínas” |
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Deputados municipais questionam futuro das ruínas romanas do Parque Verde |
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 Sessão da Assembleia Municipal Os deputados municipais de Alcobaça questionaram na reunião de 27 de abril, o executivo municipal sobre o futuro das ruínas que foram encontradas durante as obras do Parque Verde. Para os deputados, as ruínas são “uma mais-valia para o Parque Verde” e devem ser preservadas. Paulo Inácio garantiu que a DGPC através de ofício fez saber que “não se deve plantar nada na zona envolvente, que se deve proteger o achado arqueológico e que deve abrir-se o procedimento concursal para fazer o estudo científico das ruínas”.
O deputado António Querido (CDS) mostrou-se preocupado quanto ao futuro das ruínas e salientou que “o Parque Verde terá agora necessariamente que se adaptar a estas contingências”. Por seu turno João Paulo Raimundo (CDU) afirmou que “se a ordem é para enterrar já acho errado. Um Parque Verde com um núcleo arqueológico seria uma mais-valia. O nosso castelo é uma ruína e recebe centenas de visitantes”.
 Obras do Parque Verde Em resposta aos deputados, Paulo Inácio presidente da Câmara Municipal de Alcobaça referiu que recebeu recentemente um ofício da DGPC – Direção Geral do Património Cultural que orientava para as medidas a tomar, nomeadamente, que “não se deve plantar nada na zona envolvente, que se deve proteger o achado arqueológico e que deve abrir-se o procedimento concursal para fazer o estudo científico das ruínas”.
Segundo Paulo Inácio, “o Parque Verde é um passo importante na qualidade de vida dos alcobacenses”, mas “não há aqui nenhuma batalha entre o Parque Verde e as ruínas. Vamos ter dois em um”. O autarca adiantou ainda que “o Parque Verde deve ser inaugurado já com o estudo feito e com as ruínas visíveis. Não há pressa em inaugurar sem termos as ruínas estudadas e visíveis, porque são uma mais-valia para o Parque Verde”.
Mónica Alexandre
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| 06-05-2017 |
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