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Edição Nº 204 Director: Mário Lopes Quinta, 12 de Outubro de 2017
CEO do Grupo não foi acusado
Grupo Lena realça “enorme discrepância entre suspeitas e acusações” da Operação Marquês
  
     José Sócrates é a figura principal
               da "Operação Marquês"
Tendo em conta a nota tornada pública esta quarta-feira, dia 11 de Outubro, pela Procuradoria-Geral da República sobre a chamada “Operação Marquês”, a Comissão Executiva (CE) do Grupo Lena considera ser da mais elementar justiça o arquivamento do processo respeitante ao CEO do Grupo Lena, Joaquim Paulo da Conceição, que consequentemente deixou de ser arguido neste processo, além de que “nunca se percebeu, a não ser para melhor assegurar a sua defesa enquanto cidadão e profissional, a razão da sua constituição como arguido, uma vez que na altura dos pretensos factos nem sequer exercia funções na holding do Grupo Lena.

   A Comissão Executiva (CE) do Grupo Lena promete analisar, em conjunto com os seus advogados, o teor da acusação deduzida, sendo praticamente certo que pedirá a abertura da instrução do processo;

   Por outro lado, considera “revelador da consistência das acusações do Ministério Público a enorme discrepância entre as acusações e suspeitas iniciais, em que o Grupo Lena era apresentado e exposto na praça pública como o único corruptor do antigo primeiro-ministro José Sócrates, e as acusações agora concretizadas, em que o Grupo Lena, para o mesmo Ministério Público, tem um papel residual nessa alegada teia de corrupção.”

   Assim, é convicção da CE do Grupo Lena, pelo conhecimento que tem dos factos, que não será possível provar em juízo nenhuma das acusações contra o Grupo Lena, na medida em que “nenhuma delas corresponde à verdade, sendo apenas teorias da acusação, sem nenhuma prova que as sustente”, assegura.

   A Comissão Executiva do Grupo Lena apela aos seus vários stakeholders, desde logo os milhares de colaboradores, mas também os clientes, fornecedores e banca, para, agora com confiança redobrada, continuarem a apoiar o Grupo Lena na superação das dificuldades, garantindo que não esmorecerá até o processo ter fim e conseguir resgatar a reputação do Grupo Lena, injustamente vilipendiada, com o apuramento da verdade, que não poderá deixar de ilibar total e completamente o Grupo e os seus gestores”, conclui.
12-10-2017
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