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Edição Nº 196 Director: Mário Lopes Sexta, 17 de Fevereiro de 2017
PS tinha questionado Governo há um ano sobre abertura da base à aviação civil
Governo analisa abertura à aviação civil
da base aérea de Monte Real
  
                      António Sales
A abertura da base aérea de Monte Real à aviação civil já está a ser analisada pelo Governo. Quem o diz é o deputado do PS eleito por Leiria, António Sales, que não pode deixar de notar que “o PSD chega atrasado ao debate sobre abertura da base aérea de Monte Real à aviação civil.”

   O socialista lembra que antes da pergunta dos deputados do PSD enviada ao Ministério do Planeamento e de Infraestruturas (noticiada no dia 15 de fevereiro) sobre a abertura da base aérea de Monte Real à aviação civil, já os deputados do PS eleitos pelo círculo de Leiria tinham dirigido perguntas ao Governo sobre este tema, entre novembro e dezembro de 2015.

   “Bem-vindos a este debate, onde o PS já estava há mais de um ano e meio”, refere o deputado António Sales

   Os deputados António Sales, José Miguel Medeiros e Odete João questionaram tanto o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas como o Ministério da Economia sobre o período de tempo previsível para a abertura da base aérea de Monte Real, no distrito de Leiria, à aviação civil, questionando, ainda, se existe algum estudo de impacto económico na região capaz de valorizar a proposta.

   Para os deputados socialistas, a base aérea de Monte Real é “um local único em Portugal para a prática aeronáutica”, uma vez que se encontra “a uma altitude de 280 metros acima da linha do mar e sem acidentes geográficos de relevo em seu redor”. Para além disso, acrescentam, “está localizada no centro do país, a 110 km do aeroporto da Portela, em Lisboa, e a 170 km do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto”.

   Os parlamentares do PS destacam, também, que a abertura deste equipamento à aviação civil poderá representar uma evolução para a população da zona centro do país, “nomeadamente através do aumento ímpar que se poderia verificar na indústria da região, que em algumas áreas é já líder mundial”, e “para o desenvolvimento turístico”.

   Nas respostas a estas perguntas, os Ministérios frisaram que a utilização permanente desta base para fins civis carece da aprovação do Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC) e que carece de avaliação técnica e legal para averiguar da viabilidade.

   Fonte: GI|GPPS
17-02-2017
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