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Edição Nº 220 Director: Mário Lopes Quinta, 11 de Abril de 2019
Primeiro-ministro António Costa inaugurou novas instalações nas Caldas da Rainha
Ampliação da Fábrica Bordallo Pinheiro vai aumentar produção para 10 mil peças por dia
    
 Primeiro-ministro visitou instalações onde o trabalho manual
    dos artesãos continua a ser a base do processo produtivo
trabalho manual dos artesãos continua a ser a base de todo o processo produtivoO primeiro-ministro António Costa e o ministro Adjunto e da Economia Pedro Siza Vieira inauguraram esta quarta-feira, 10 de abril de 2019, o projeto de expansão e modernização da Fábrica Bordallo Pinheiro, na zona industrial de Caldas da Rainha.

     Esta fábrica de faianças, hoje detida pelo Grupo Visabeira, através da Vista Alegre, investiu mais nove milhões de euros em obras de ampliação, o que permitiu aumentar a sua capacidade produtiva em cerca de 60 por cento, assim como passar dos 170 para os 270 postos de trabalho.

    As obras realizaram-se de forma faseada, o que possibilitou a laboração durante a intervenção nesta unidade com cerca de 12 mil metros quadrados.

   
                            Nuno Marques
Dos mais de 9 milhões de euros investidos, cerca de 30% obtiveram o apoio do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização - COMPETE 2020.

    Na cerimónia de discursos, Fernando Tinta Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Caldas da Rainha, enalteceu a união que o concelho e a empresa sempre tiveram, explicando que quando “o município se promove, está a promover a Bordallo Pinheiro e quando a Bordallo Pinheiro promove as suas peças, está a promover as Caldas da Rainha”.

     Nuno Marques, CEO da Bordallo Pinheiro, começou o seu discurso com números, referindo que o volume de negócios da empresa ultrapassou os 6,4 milhões de euros, 50% vindos do mercado externo, e que esta gerou um lucro, antes dos impostos (ebitda), de 1,6 milhões de euros.

   
                  Pedro Siza Vieira
Mas se estes últimos números mostram uma empresa sólida e “com tendência de crescimento”, Nuno Marques não deixou de lembrar que há dez anos a realidade era bem diferente: caso o Grupo Visabeira não tivesse adquirido a Bordallo Pinheiro em 2009, hoje a fábrica de faianças, criada em 1884 por Raphael Bordallo Pinheiro, podia já nem sequer existir.

     Pedro Siza Vieira, ministro da Economia, destacou o facto da Bordallo Pinheiro ter apostado na tecnologia nacional e em empresas portuguesas para levar a cabo as obras de ampliação e modernização da fábrica de faianças. Exemplo disso mesmo é o caso do robot de vidragem, a que deram o nome de “Vasquinho”, ter sido concebido totalmente por empresas portuguesas.