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Edição Nº 215 Director: Mário Lopes Quarta, 21 de Novembro de 2018
Em associação com a empresa Merck
Associação dos Diabéticos promove na Batalha formação na área da Neuropatia Diabética
   A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal e Merck promovem, no dia 21 de novembro, na Batalha, no Hotel Vila Batalha, às 14h00, uma formação na área da Neuropatia Diabética. Dirigida a médicos de medicina geral e familiar a formação decorre de Norte e Sul do país. A APDP e Merck já promoveram formação para cerca de 400 médicos de medicina geral e familiar. Prevê-se que a Neuropatia Diabética atinja mais de 50% da população diabética

   Compreender a Neuropatia Diabética (ND), os métodos de rastreio e diagnóstico, conhecer a prevalência da doença, os fatores de risco para o seu desenvolvimento, avaliar as potenciais consequências associados e perceber a importância dos níveis de vitaminas B em doentes diabéticos são alguns dos temas programáticos desta 2º edição da formação “Neuropatia diabética: Um desafio para diagnosticar e tratar: O papel das vitaminas B”.

   Formação chega a cerca de 400 médicos

   Iniciada em 2017, com cerca de 150 médicos de medicina geral e familiar, esta é uma formação que, promovida pela APDP com o apoio da Merck, visa sensibilizar os médicos para a importância da prevenção desta patologia que atinge 50% da população diabética. A edição de 2018 tem procurado responder a uma maior procura deste tipo de formação que, segundo alguns participantes, coloca em discussão importantes “temas que deviam ser tratados com mais frequência”. Para outros os aspetos mais destacados são a “abordagem detalhada da fisiopatologia da dor neuropática, os mecanismos e opções farmacológicos e as áreas de intervenção”.

   Com uma maior componente prática, a 2ª edição do ciclo de formações já passou por cidades como Braga, Lisboa, Viseu, Aveiro e Setúbal, terminando este mês na Batalha. No total são cerca de 250 os médicos de medicina geral e familiar que, este ano, irão colocar em análise a questão da Neuropatia Diabética, procurando a melhor forma de diagnosticar e tratar esta patologia.

   Diagnóstico precoce da Neuropatia é crucial!

   Com especial foco no diagnóstico, a formação procura chamar a atenção para determinados quadros clínicos assim como para a realização diagnóstico diferencial entre outras patologias. Trata-se de um doença que se manifesta sobretudo através de sintomas como dormência ou sensação de queimadura nos pés, formigueiro, picadas, sensação de choques elétricos nas pernas e pés, desconforto e/ou dor e com perda da sensibilidade protetora, entre outros. Como explica Ana Luísa Costa, médica e formadora da APDP, «a Neuropatia corresponde a um quadro de lesões nos nervos sensoriais, autónomos e/ou motores que afetam diferentes fibras nervosas. A neuropatia periférica ocorre quando há lesão no sistema nervoso periférico, podendo ser acompanhada de dor neuropática em 50% dos casos e em cerca de 8% da população geral».

Atendendo aos estudos que revelam que a neuropatia diabética é a complicação mais prevalente e que 1 em cada 3 pessoas poderão evoluir para um quadro debilitante, esta é uma formação que procura promover o diagnóstico precoce da Neuropatia Diabética. Trata-se de uma patologia cujos sintomas numa fase inicial acabam por ser ignorados pelos doentes, sendo que na maior parte dos casos a neuropatia é diagnosticada apenas num estado avançado e quando é difícil de tratar.

   As vitaminas B na prevenção da Neuropatia Diabética

   O papel das vitaminas B é um dos temas a ser abordado nesta formação uma vez que os indivíduos diabéticos apresentam alterações no metabolismo das vitaminas B1, B6 e B12, o que pode levar a situações de deficiência nestas vitaminas. Num estudo observacional, cuja população de estudo era composta por doentes com Neuropatia Diabética Periférica, verificou-se que 87,4% dos indivíduos a quem foi administrada uma associação de vitaminas B1, B6 e B12 tiveram alívio dos sintomas de NDP.

   Como explica a especialista em diabetologia da APDP «as vitaminas B, incluindo B1, B6 e B12, são particularmente importantes para a saúde do sistema nervoso e pelas suas características bioquímicas podem contribuir para o atraso na progressão de casos de NDP por diferentes modos de ação: A vitamina B1 protege as células contra os efeitos de níveis de glicose anormalmente elevados, possui uma importante função no metabolismo energético intracelular, fornecendo energia às células nervosas e facilitando a propagação dos impulsos nervosos. A Vitamina B6 encontra-se envolvida na síntese de neurotransmissores que são importantes para a transmissão dos impulsos nervosos. A Vitamina B12 é importante para o metabolismo nervoso e encontra-se envolvida na formação das bainhas de mielina».

   Fonte: Multicom
21-11-2018
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