Google
Mantenha-se actualizado.
Subscreva a nossa RSS
Twitter Tinta Fresca
Como classifica o nível da pandemia em Portugal?
Normal que haja surtos pontuais
Anormal e a culpa é do Governo
Anormal e a culpa é do comportamento das pessoas
Não sei
Edição Nº 80 Director: Mário Lopes Sábado, 9 de Junho de 2007
Jazz em português
Festival de Jazz de Santarém marca reabertura do Ginásio do Seminário

     


Bernardo Moreira e Paula
Oliveira

O Festival de Jazz de Santarém está marcado para os dias 15, 16 e 17 de Junho, no requalificado Ginásio do Seminário. Miguel Braga e "Transa Atlântica" que convida Fernando Girão, no dia 15, João Mendes c/ Trio Carlos Azevedo, Quinteto Paula Oliveira e Bernardo Moreira, com "Lisboa que adormece", no dia 16, Quinteto de Jazz de Lisboa "20 anos sem Zeca Afonso" e Quarteto de André Sarbib convida Maria Viana, no dia 17, são as propostas em cartaz. 
 
      Miguel Braga nasceu no Porto e cedo começou a tocar piano. A paixão foi tal que trocou a profissão de engenheiro pela música. A Lanterna, A Grelha e Kama Sutra foram alguns dos grupos que integrou nos anos 70. Entretanto, começa a actuar com Fernando Girão, criando uma sonoridade própria com influências de jazz e música brasileira.
 
      Transa Atlântica é um projecto do pianista e compositor Miguel Braga, de música instrumental e improvisada, resultado do cruzamento de várias influências tais como jazz, música popular portuguesa e brasileira, que conta com a participação especial do músico e compositor Márcio Montarroyos (Trompete e flugel). Este projecto conta ainda com bateria e contrabaixo e, eventualmente recebe músicos convidados. Para esta "Transa" (divertimento) contribuem a arte e experiência dos músicos que interagem há longa data com Miguel Braga.
 
      Transa Atlântica apresentou-se com sucesso no Funchal Jazz com Portinho, no Casino Solverde com Ricardo Silveira, no Brasil – 100 anos do Porto de Vitória (Espírito Santo), com Marcela Lobo, em Maputo (Moçambique) com Lara Li e no Matosinhos em Jazz 2007 com Ernie Watts.
 
      Fernando Girão nasceu em São Paulo, Brasil, é filho de um dos maiores executantes de guitarra portuguesa, Fernando de Freitas, e de uma cantora da Baía, vem para Portugal com o pai, onde funda uma das bandas mais famosas de sempre do ambiente musical Portuense.
 
      João Mendes é filho do cantor e autor Carlos Mendes. Desde cedo iniciou o seu percurso na música. Aos seis anos iniciou-se no piano pela mão da professora Fernanda Chichorro. Depois de ter organizado o primeiro festival de Hip-Hop de Santarém, aderiu ao Reggae e ao Ska. Nesta área, compôs alguns temas e chegou a montar um estúdio de produção própria, “Moon Records Studio”, onde criou versões próprias das canções “Wait in Vain” de Bob Marley e “Witchcraft” de Frank Sinatra.

      Integrou o grupo Ska/Reggae “Contratempos”, com o qual gravou o trabalho “No Meio do Nada”. Actualmente estuda no Taller de Músicos de Barcelona com o professor de canto jazz Xavi Garcia, além de frequentar as aulas de piano e composição de jazz. João Mendes é acompanhado por um trio de eleição, onde se destaca o pianista e compositor Carlos Azevedo, actualmente director do curso superior de música do ESMAE.
 
      O Quinteto Paula Oliveira e Bernardo Moreira, apresenta “Lisboa que adormece“. Este disco que “soa tão português”, como que querendo dizer-nos da certeza – e não já da possibilidade – da existência de um jazz nosso, com uma identidade própria. Parte destas canções são ainda anteriores a Abril, outras posteriores, muitas saíram do talento de autores que eram nomes de referência nesse movimento de renovação. Algumas melodias, pela sua riqueza harmónica, trazem “molhos de palavras como cravos”
 
      Paula Oliveira, a mais calorosa intérprete do jazz cantado, com a sua voz cheia e ondulante, com a riqueza do seu timbre, os cuidados da dicção, o rigor da fonética, a justa medida do improviso, as contidas graduações da emoção, apresenta-se também como compositora.
 
      O Quinteto Jazz de Lisboa foi formado em 1998, e é desde esse ano um dos grupos de jazz português mais solicitado para espectáculos, sendo a sonoridade do grupo o principal motivo desse êxito, pela fusão do jazz com a música de raiz popular portuguesa e o fado. O Quinteto é constituído por José Carvalho na voz, Naná Sousa Dias no saxofone , Paleka na bateria, Emílio Robalo no piano e teclados e Paulo Neves no baixo.
 
      André Sarbib, um dos músicos mais prestigiados da cena portuguesa, na área do Jazz e não só, integrou vários grupos e bandas. Este pianista autodidacta participou em shows e prestações com músicos como Joe Lovano, Barry Altschul, Ivan Lins, Carlos Benavente, Ruben d’Antas, Alice Day, Jorge Rossi, Saheb Sarbib, Carlos Carli, Joachim Chacón, Paulo de Carvalho, entre outros.

      Trinta e cinco anos de carreira motivaram-no a criar o Quarteto André Sarbib, constituído por alguns dos melhores músicos do País e não só, nesta área, tais como: Mauro Perez – Harmónica, Bernardo Moreira- Contrabaixo, João Cunha -Bateria e André Sarbib - Piano e voz. Maria Viana nasceu em Lisboa, participou no Festival Internacional de Jazz de Lisboa, formou o Quinteto Maria Viana, sendo hoje uma das vozes mais emblemáticas do jazz português.
 
      Os bilhetes podem ser adquiridos no Posto de Turismo de Santarém, no Teatro Sá da Bandeira e na Adega do Bacalhau, podendo também ser adquiridos no próprio dia dos concertos no Ginásio do Seminário,  sendo o preço para um dia de 10 euros e para os 3 dias 20 euros.  

       Fonte: Gabinete de Relações Públicas e Comunicação da Câmara Municipal de Santarém

 

09-06-2007
« Voltar

Comentários

Nome:*
Email:*
Comentário:*

* Obrigatório
Ao comentar aceita automaticamente a
política de utilização deste portal.
Para que o seu comentário seja válido deve preencher todos os campos acima indicados como obrigatórios. O email é usado apenas para efeitos de verificação e não será exibido com o comentário. Os comentários deste portal são moderados, pelo que são sujeitos a verificação antes de serem publicados. Não serão aceites comentários de carácter insultuoso, discriminatório, racista ou spam.
Pesquisar
Ed. Anteriores
Contactos
Newsletter
 
Cartas ao Director
Blogue Tinta Fresca
Blogues
Sítios Úteis
 
EDITORIAL
A Linha do Oeste, o TGV e o Aeroporto da Ota
Mário Lopes
OPINIÃO
Perpetuum mobile - Celebrar a Continuidade
Miguel Sobral Cid
XV Cistermúsica - Festival de Música de Alcobaça
Alexandre Delgado
Óbidos já é uma “Maravilha de Portugal”, mas...
Carlos Orlando Rodrigues
A importância da arquitectura nas cidades com património histórico
Carlos Bonifácio
“Ao Menino e ao Borracho mete Deus a mão por baixo…”
Isabel Ferreira e Margarida Batalha
De novo a diáspora?! Ou multilocalidade?
Alzira Simões
 

Projecto Co-Financiado por  Promotor  Desenvolvimento
Acessibilidade [Alt + D seguido de ENTER] D  POS_Conhecimento
FEDER União Europeia
FEDER
Associa��o de Munic�pios do Oeste Makewise - Engenharia de Sistemas de Informa��o