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Edição Nº 226 Director: Mário Lopes Quinta, 7 de Novembro de 2019
Proprietário da Casa-Museu Passos Canavarro, historiador e ex-eurodeputado
Pedro Canavarro apresenta em Santarém autobiografia "A Casa de Pedro"
    
Jorge  Ferreira, Mª Emília Vaz Pacheco, Ricardo Gonçalves,
                     Rui Vieira Nery e Pedro Canavarro
Pedro Canavarro apresentou esta quarta-feira, no dia 6 de novembro, ao final da tarde, o seu livro "A Casa de Pedro" - Autobiografia, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Santarém. A apresentação da obra, editada pela Caleidoscópio, contou com a participação de Ricardo Gonçalves, presidente da Câmara de Santarém, Jorge Ferreira, diretor da editora Caleidoscópio, Maria Emília Vaz Pacheco, responsável pela introdução do livro, que foi apresentado por Rui Vieira Nery, diretor do Programa Gulbenkian Cultura.

   Pedro Canavarro nasceu em Santarém, no dia 9 de maio de 1937, é historiador e homem de cultura, também foi político e nasceu no Dia da Europa. A sua vida tem sido dedicada às causas da Europa e à casa de família que transformou em Casa-Museu Passos Canavarro, com o objetivo de preservar o património da casa onde viveu Passos Manuel, político e ministro liberal do século XIX e onde Almeida Garrett pernoitou e escreveu páginas do célebre romance “Viagens na minha terra”, onde retrata o Vale de Santarém e as suas belezas naturais e a imaginária Joaninha de olhos verdes - D. Maria Rita.

   Para todos os que participaram na apresentação desta autobiografia, Pedro Canavarro é um cidadão do Mundo que tem a capacidade de não perder a noção das suas próprias raízes.

   Pedro Canavarro é um Homem da Polis que dedica toda a sua vida à História, à Cultura, ao movimento das casas da Europa, à sua necessidade de intervenção política que o leva à defesa das liberdades individuais, bem visíveis no seu livro de memórias que agora publica e que expõe a sua vida, através duma reflexão e de uma relação com a Cultura como uma retórica de paixão em que as suas vivências são reveladas na Casa de Pedro que é a sua própria casa.

   Pedro Canavarro é licenciado em História pela Faculdade de Letras de Lisboa e diplomado em Museologia e Conservação de Museus no Museu Nacional de Arte Antiga, onde veio a ser docente. Foi leitor de Português no Japão, nas universidades de Tóquio, Keio, Sophia e Línguas Estrangeiras e na Faculdade de Letras de Lisboa, ensinou História de Arte, Arte Portuguesa e Ultramarina, Civilização Grega, Urbanismo e Cultura Portuguesa.

    Comissário-Geral de uma das maiores exposições de sempre sobre os Descobrimentos Portugueses – “XVII Exposição de Arte, Ciência e Cultura”, foi membro da Assembleia Municipal e vereador da Câmara Municipal de Santarém, foi militante, secretário-geral e deputado do PRD (Partido Renovador Democrático) e candidato independente às Eleições Europeias, em Itália.
Sempre dedicado ao associativismo cultural da sua terra, foi dirigente e criou a Associação de Defesa do Património Histórico-Cultural de Santarém, dirigente da Associação de Amizade Portugal Japão, da Casa da Europa do Ribatejo e do Círculo Cultural Scalabitano

   É autor de preciosos contributos nas áreas de História, Arte, Cultura e Política, e foi distinguido com as seguintes condecorações: Medalha Pró-Mérito do Conselho da Europa, Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique e Grã-Cruz do Mérito do Descobridor do Brasil Pedro Álvares Cabral, além da Ordem do Sol Nascente com Raios de Ouro pelo Imperador do Japão.

    Presidiu a Casa-Museu da Fundação Passos Canavarro, – Arte, Ciência e Democracia, que defendia os valores culturais, artísticos, de investigação e de democracia, extinta em 2018 por sua vontade.

   Mantém a Casa-Museu Passos Canavarro que para além de albergar as doações da pintora francesa Mimi Fogt e as xilogravuras de Pedro de Sousa, doadas à Fundação por Magda Avelar Pinheiro, sua mulher, e André de Sousa, o seu filho, tem também o objetivo de preservar o património e respetivo acervo das suas raízes, onde é guia das grandes e pequenas histórias das suas memórias, na Casa que é a sua e onde estão expostos os objetos que recolheu, independentemente daqueles que herdou e que têm a sua história, para além de participar em ações cívicas.

     Fonte: SL|GRPC|CMS
07-11-2019
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