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Edição Nº 225 Director: Mário Lopes Domingo, 22 de Setembro de 2019
No âmbito do Festival Internacional de Teatro e Artes para a Infância e Juventude
FITAIJ promove ações de formação sobre artes de palco no início de outubro em Santarém
   
                            Cartaz
O Festival Internacional de Teatro e Artes para a Infância e Juventude (FITAIJ) promove duas ações de formação sobre artes de palco no início do mês de outubro. “Em busca do seu próprio Clown”, com o formador Luciano Amarelo (ator e encenador), de 5 a 11 de outubro, e a Palestra Intensiva "O Conceito da Atuação Webséries & Filmes", com Luís D´Mohr, diretor brasileiro, no dia 12 de outubro. Ambas as formações decorrem no âmbito do 15º FITAIJ, que decorre de 7 a 12 de outubro, em Santarém-

   Programa FITAIJ 2019

Formação – “Em busca do seu próprio Clown”
Data: 05 a 11 de outubro
Horário: Sábado e Domingo -10.00h - 13.00h / 15.00h - 17.00h
2ª a 6ª - 19.30h - 22.30h
Formador: Luciano Amarelo (ator e encenador)
Local: Sociedade Recreativa Operária
Classificação Etária: M14
Valor: 25€

Oficina de Clown e Variedades Cómicas
Em Busca do seu próprio Clown com Luciano Amarelo


Esta busca do seu próprio clown reside na liberdade de poder ser o que se é e de fazer os outros rirem disso, de aceitar a sua verdade. Existe em nós uma criança que cresceu e que a sociedade não permite aparecer; a cena a permitirá melhor do que a vida.
FITIJ Santarem Festival Internacional de Teatro promove ações de formação

Não basta, para um clown de teatro, apresentar-se ao público fracassando naquilo que procura realizar e com uma roupa típica e nariz vermelho. O clown profissional deve saber realizar seus fracassos com talento e trabalho.

In "Le Théâtre du geste", de Jacques Lecoq


Conteúdos:

A procura do seu próprio clown é antes de mais a procura do seu próprio ridículo.
O actor clown precisa de uma consciência apurada para um processo que se inicia na identificação das suas fragilidades como pessoa e naquilo que lhe é ridículo, orelhas grandes ou medo de baratas, por ex., transformando assim as fragilidades em força artística. Estados e ações ridículas que serão acionadas na presença de um público. Manter o estado de ridículo, a verdade e a escuta permanentemente de tudo o que nos rodeia é a dificuldade maior.

Para isso faremos diferentes exercícios que ajudam na tomada de consciência como ferramentas para o autoconhecimento sem o qual não existe o estado do Clown.
Trabalhar e desenvolver a escuta e a visão.
As bases e regras para a criação para melhor ver e compreender o que se faz e o que se vê fazer.
Definir e explorar noções de espaço, energia, tempo, foco, perspetiva, altura, peso, tamanho e velocidade para a compreensão de: tempo certo, ação justa e proposta interessante.
A neutralidade para trazer clareza no que faz e vê e a economia de tempo, espaço, energia, gestos pois menos é mais!
O exagero, o ridículo, a máscara ou disfarce – irá permitir-nos ir mais longe e descobrir melhor o que está dentro.
O prazer de jogar sozinho ou acompanhado. O espaço de liberdade onde tudo (nos) é permitido.
O excêntrico: o mau gosto sem limites, o grande delírio, o disfarce, a festa, a diversão e a liberdade total – tudo é permitido!
O exagero e o neutro. Da máscara de corpo inteiro à menor máscara do mundo – o nariz de palhaço.
Improvisações livres com o único objetivo de fazer rir.

Tema da descoberta do público. A entrada do clown e a descoberta do público. Estado de abertura e disponibilidade - deixar só acontecer.
Apresentação do clown de uma maneira simples através de uma entrada e saída de cena. Eu e o outro. O palco e a plateia. Ação e reação. Escuta permanente e o estado do Clown. Estudos sobre a descoberto do público.
Encontrar as respostas fazendo para só depois pensarmos.
Tomada de consciência dos aspetos ridículos do ser humano e do intérprete pelo próprio sujeito, para deles extrair resultados cénicos que levam o público ao riso e à emoção.
Improvisações silenciosas, simples e do quotidiano para encontrarmos o jogo clownesco.
O conflito em permanência. Experiência da liberdade e autenticidade face ao público.
Identificação e levantamento dos elementos característicos e pessoais para depois exagerarmos progressivamente e finalmente atingir uma transposição pessoal.
O número clownesco e o lidar com o fracasso. Falhar o que se sabe fazer e o virtuosismo – a proeza e o fracasso de mãos dadas.
O trio de circo: o clown branco, o augusto e o segundo augusto. A hierarquia entre clowns.
Os duetos.
O clown nas situações de vida quotidiana. As famílias de clown, o pai, a mãe, os filhos… trabalhar os temas do quotidiano no limite do real e da ficção.
As fantasias, os imaginários e as personalidades de cada um na apresentação de pequenos números.
Inclusão de mais práticas artísticas ou outras.
A relação pessoal com o(s) (seus) objeto(s).
A Audição: a competição, o delírio, a criatividade e a proeza com o objeto.
Identificação das qualidades e da marca identitárias.
Encontrar o acidente e trabalhar a partir dele.
Criar e desenvolver através da comicidade acções clownescas que permitam nesta buscar encontrar o caminho de cada clown e o seu universo pessoal.
O ridículo, a tristeza, a alegria e a poesia das ações. Quais as emoções humanas para o estado do clown.
Abertura, disponibilidade e escuta para integrar a reação do público no seu jogo.
Apresentações de cada clown diante de uma plateia. Desenvolver pequenos números clownescos a partir de propostas simples, do quotidiano para depois mais tarde ir mais longe, a solo, em dueto e em pequenos grupos.
Uma pequena canção. Estado de abertura, simplicidade e verdade permanentes.
O coro, o som e a música.
Brincar com o nosso corpo, as nossas emoções, exagerar para melhor se ver ao mesmo tempo que se cria a distanciação necessária para se poder criar a partir deste material.
Manter a verdade, o jogo clownesco e estar aberto ao imprevisto, aos presentes que o presente nos dá.
A poesia e o virtuosismo como ingredientes principais do trabalho individual e em grupo.
Rotina, gestos, ações, música, dança, linguagem e objetos de cada clown.
O universo pessoal.
Ensaiar e apresentar pequenos números clownescos a partir de propostas individuais e/ou coletivas.
Trabalhar a partir do problema e do conflito para depois se juntar o virtuosismo.

Palestra Intensiva
12/10/2019
10h
Sobre: "O Conceito Da Atuação Webséries & Filmes"
Com Luís D´Mohr, diretor brasileiro

Valor: 50€

Luís D´Mohr
Diretor e Preparador de Atores, estudou e trabalhou com Beto Silveira (discípulo de Eugênio Kusnet, responsável pela entrada do método de Constantin Stanislavski no Brasil).
Durante vinte anos, ministrou cursos e workshops de atuação para TV e Cinema com Wolf Maya (ex-diretor de núcleo de teledramaturgia da TV globo).
Em 2000 fundou sua Escola de Atores em Porto Alegre, onde aprofundou sua pesquisa na atuação para câmera com Ramiro Silveira (Diretor de teatro e coordenador geral do BA World Performance na East15 University of Essex – Inglaterra).
 
Como Diretor Artístico do Núcleo de Produção Audiovisual da Escola de Atores – D’Mohr Studios, realizou a série “Na Moral” (TV Bandeirantes – RS), a série “Curtas Escola de Atores” com quinze filmes (Rede TV – RS), o longa-metragem/minissérie “A Matriarca”(RS), o seriado “Turma da Bronze” (RS) e o seriado “Perfeita Simbiose” (RS).
Em publicidade dirigiu uma série de comerciais para TV, destacando-se a campanha para o Café Número Um (ES).
Na TV Globo trabalhou com Wolf Maya como estagiário em direção/assistente de direção na minissérie “Hilda Furacão”, na novela “Pecado Capital” e na série “Você Decide”. No cinema, dirigiu o premiado curta-metragem “Caso Fechado”. No teatro, dirigiu as peças “Alguém é Perfeito?”, de Paulo Reis (RJ) e Uma História do Zoológico de Edward Albee. Como ator, no início de sua carreira, trabalhou em teatro e fez participações nas novelas “Cara e Coroa”, “O Amor Está no Ar” e “Pátria Minha”, na Rede Globo. Durante dezessete anos (2001 a 2017), trabalhou como professor/diretor em atuação para TV e Cinema na Escola de Atores Wolf Maya.
 
Vários atores que atuam no mercado audiovisual frequentaram as suas aulas, entre eles estão: Nanda Costa, Paola Oliveira, Maria Casadevall, Daniel Rocha, Rafael Cardoso, Caroline Abras, Júlio Rocha, Júlio Oliveira, Ana Júlia Dorigon, Juliano Laham, Ricardo Vianna, Adriano Toloza, Vicenzo Richy, entre outros.“Em vinte e cinco anos de pesquisa na arte de atuar para câmera, ministrei aulas para milhares de atores e experimentei as mais variadas técnicas de atuação desenvolvidas por diversos pensadores, a partir do teatro de Constantin Stanislavski. Esta experiência me fez identificar fatores que podem levar o ator a representar a vida do espírito humano com emoções verdadeiras.
 
Desenvolvi um treinamento de atuação para TV e cinema, associando os avanços da ciência comportamental e funcionamento do cérebro ao estudo profundo da Escola Psicológica de Atores iniciada por Stanislavski, possibilitando que os estudantes desenvolvam de forma eficiente o seu TALENTO.”
22-09-2019
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