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Edição Nº 196 Director: Mário Lopes Terça, 14 de Fevereiro de 2017
Parlamentares do distrito de Leiria questionam o Governo sobre o caso
Deputados do PS preocupados com polémica entre Igreja e Estado no Mosteiro de Alcobaça
  
     Capela do Senhor dos Passos 
Os deputados do PS eleitos pelo círculo de Leiria estão preocupados com uma decisão recente da Direção-Geral do Património Cultural e da direção local do Mosteiro de Alcobaça, que vai contra a vontade da comunidade religiosa e também da população alcobacense, e questionaram o Governo sobre esta matéria.

   A paróquia de Alcobaça informou os serviços competentes do Estado da intenção de colocar uma porta de vidro, com um impacto visual mínimo, na entrada da Capela do Senhor dos Passos, de acesso exclusivo à Igreja Católica. Com o aval do então diretor do Mosteiro de Alcobaça, a paróquia avançou com a instalação da porta de vidro. No entanto, alertam os deputados, a Direção-Geral do Património Cultural e a atual direção do Mosteiro de Alcobaça exigem a sua remoção, por motivos desconhecidos.

    “Não é compreensível que uma sã e frutuosa convivência de longos anos (…) possa estar a ser posta em causa por uma medida avulsa”
Esta situação explica o surgimento da petição pública «Mosteiro de Alcobaça:

   Para o respeito da igreja pelo Estado», que invoca a Concordata entre a Santa Sé e a República Portuguesa de 2004 e exige a defesa do que entende ser “o seu Mosteiro, a sua Igreja e os seus espaços sagrados”. Para os requerentes, esta decisão não pode ser aceite e exigem que a porta de vidro seja reposta.

   Numa pergunta dirigida ao Ministério da Cultura, os deputados socialistas questionam se a tutela tem “conhecimento da existência desta petição e, bem assim, da enorme repercussão social que a decisão (da DGPC e da direção do Mosteiro) está a produzir na comunidade local, estando a ser percebida como uma afronta à paróquia e à população de Alcobaça”.

   Os deputados José Miguel Medeiros, António Sales e Odete João perguntam ainda “que medidas tenciona o Ministério da Cultura adotar, no curto prazo, para repor o normal relacionamento com a paróquia e ultrapassar a atual situação”.
14-02-2017
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