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Edição Nº 213 Director: Mário Lopes Sábado, 8 de Setembro de 2018
Administração da CP severamente criticada
PSD-Área Oeste exige reposição de horários
na Linha do Oeste e alteração de traçado
  
             Estação do Bombarral
A Comissão Política do PSD-Área Oeste reuniu, no dia 4 de Setembro, em Torres Vedras, tendo analisado a atuação da CP na Linha do Oeste e deixado severas críticas à administração da empresa pública. O PSD-Área Oeste considera que o Governo PS, com o apoio do PCP e do BE, em quase três anos de governação, trouxe o investimento público para mínimos históricos, só comparável ao ocorrido nos anos 40 do século passado.

   “Durante algum tempo a situação foi sendo disfarçada, mas a realidade impôs-se à cosmética governamental – serviços públicos na penúria, sejam escolas ou hospitais, tribunais ou prisões, metropolitano ou caminhos de ferro. Acresce que a Ferrovia é a rubrica que tem maior parcela congelada pelo Governo (segundo dados de Julho de 2018). Hoje, os portugueses percebem que a austeridade mudou de rosto mas está bem presente no dia a dia de cada um. A Linha do Oeste não é excepção”, refere o PSD-Área Oeste.

Assim, “perante a falta de recursos para comprar e fazer a manutenção das carruagens, a CP, com o aval do Governo, faz o mais fácil – corta nos horários, transformando a Linha do Oeste numa linha quase fantasma. Nem os protestos das populações, dos autarcas e das forças políticas, conseguiram que a CP apresentasse medidas concretas que, de imediato, alterasse a situação”, lamenta.

   Face a esta situação, a Comissão Política do PSD-Área Oeste, reunida em Torres Vedras, manifesta o seu mais vivo repúdio pela atuação da Administração da CP e exige uma enérgica ação do Governo que permita à CP resolver os seus problemas de tesouraria e prestar o serviço devido às populações, nomeadamente com a retoma dos horários suprimidos na referida Linha do Oeste.

   Por outro lado, manifesta a sua preocupação com “o anunciado investimento na eletrificação desta Linha, sem contemplar a alteração do traçado da mesma, o qual pode transformar-se num novo “elefante branco” por não conseguir atrair novos clientes, quer passageiros quer de mercadorias.”
08-09-2018
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